quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Meu querido mês de Agosto

Além das férias para boa parte da população portuguesa, Agosto marca o regresso de milhares de emigrantes, que aproveitam para matar saudades de Portugal. Nesta altura do ano, há mesmo aldeias no interior do país que quintuplicam a população. 

As matrículas francesas, suíças, luxemburguesas em carros vistosos anunciam que estão de volta os filhos da terra. As aldeias envelhecidas do interior do nosso país renascem por esta altura.

Já várias vezes dei por mim a pensar que se fosse emigrante não viria passar férias à aldeia...iria explorar outras zonas do globo e que tivessem, por exemplo, um resort fantástico onde pudesse verdadeiramente descansar de mais um ano de labuta...

Os emigrantes pensam de maneira diferente, e ainda bem, pois revitalizam as microeconomias das aldeias, trazem alegria, vida, etc. a zonas do país que também estão ansiosas pelo regresso dos seus filhos... Muitas aldeias regressam à vida nesta altura do ano. E é de louvar!!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Paz à sua alma...


É um facto...a equipa gloriosa da época 2013/2014 que fez o triplete e quase ganhou a Liga Europa partiu...e partiu para muitos lados: Valência, Madrid, Liverpool, São Petersburgo, Mainz e agora também Trabzonspor... e pode não ficar por aqui!

Por tudo isto, paz à sua alma!

Como adepto vivo com preocupação o que tenho observado nesta pré-época. Os números não são nada animadores: 8 Jogos, 2 Vitórias e 6 Derrotas (6 golos marcados-14 golos sofridos). E o primeiro jogo oficial será já no próximo Domingo contra o Rio Ave.

Ainda nenhuma contratação se mostrou reforço e acho que o JJ terá um desafio imenso esta época... Até agora também ainda não ouvi o presidente LFV falar sobre o assunto. Não é já tempo de vir a terreiro dizer o que os adeptos podem esperar para a próxima época? 

Bem sei que muitos eventuais titulares estão lesionados mas a equipa terá necessariamente levar uma volta. Assim não pode continuar...

Como é que uma equipa que num ano ganha tudo, ou quase tudo, no ano seguinte desmantela todo um trabalho que vinha sendo em crescendo há já algumas épocas... É triste!!!

A última vez que o Benfica foi campeão duas épocas seguidas foi há trinta anos...quererá porventura este facto querer dizer alguma coisa?

18.º Domingo do Tempo Comum

"Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes”. Mt 14:17

A fome daqueles que nos rodeiam é uma ferida que deveria sangrar constantemente nos nossos corações! E não estará nas nossas mãos a cura desta ferida? Uma cura, que pode vir de pequenos gestos de amor, afinal, quem de nós, não tem “5 pães e dois peixes”?

É difícil acreditar, mas é a dura triste realidade; num mundo com tanta fartura, ainda hoje, morrem pessoas vítimas do nosso abandono, seres humanos, que continuam a morrer de fome, ou por doenças causadas pela subnutrição. Uma clara consequência do nosso egoísmo, que nos fecha à partilha.

A todo o instante, pessoas que procuram ajuda, desfilam diante de nós! São irmãos nossos, pessoas desprovidas do mínimo necessário para sobreviverem. E quantos de nós tapamos os nossos ouvidos preferindo ignorá-los, para nos isentar de quaisquer responsabilidade sobre o assunto? 

Diante do apelo dos pobres, é muito importante aprender a partilhar. “Cinco pães e dois peixes” significam na totalidade (“sete”): é na partilha da totalidade do que se tem que se responde à carência dos que nos rodeiam. É uma totalidade fracionada e diversificada mas que, posta ao serviço dos outros, sacia a fome do mundo. 

É também, compromisso cristão, despertar no outro a necessidade de Deus, mas antes, é preciso saciar a sua fome, criar no seu coração a necessidade de Deus, como fez Jesus: a partir da necessidade do pão material, Ele criou a necessidade do pão da vida eterna. Quem partilha com o outro, o pão material, desperta nele, a necessidade de Deus, pois ele vê na pessoa que o ajudou, a presença do próprio Deus.

Na multiplicação dos pães, Jesus nos ensina na prática, que é na partilha que resolvemos o problema da fome, mas não podemos ficar apenas por aí, é preciso ir mais longe. Além de uma consciencialização social, precisamos de ter conhecimento político, para que possamos eleger com responsabilidade os nossos governantes, homens e mulheres, comprometidos com o bem comum, que se empenhem no sentido de diminuir a desigualdade social. Pensemos nisto!!!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Dúvida existencial...

É que não percebo mesmo...por mais galões que peça vêm sempre acompanhados com dois pacotes de açúcar...mas porquê? 

Cabelo curto?!

"Não resisti. Outra vez!", escreveu Benedita.

Benedita Pereira parece não ter resistido à nova moda dos cabelos curtos e decidiu voltar cortar o seu. Em 2012, Benedita Pereira já tinha cortado o cabelo da mesma forma. 

Mas custa tanto vê-la assim... Não percebo porque é que quem tem um super cabelo comprido opta, assim do nada, por cortá-lo!!!

Aqui me confesso, detesto ver raparigas, mulheres, senhoras de cabelo curto!!! É que não liga mesmo...

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Hércules

Poster do filme Hércules
Irina Shayk entregou-se de corpo (!!!) e alma à sua estreia no cinema. Ela interpreta a mulher do herói da mitologia grega Hércules,  papel desempenhado por Dwayne Johnson, no filme com realização de Brett Ratner. A estreia está marcada para amanhã.

Tudo muito bonito, a história é interessante, marcante...Contudo, a questão que a mim se coloca é somente esta: o que já fez a Irina para merecer esta oportunidade? Será que tem talento e ninguém sabe? Ou será que o facto de ser uma modelo de topo e namorada do melhor jogador de futebol do mundo lhe abre mais portas do que a outras pessoas possivelmente com mais talento para a sétima arte?

E na nossa vida também não acontecem situações assim? Lutamos, desejamos, esforçamo-nos por um objetivo, por uma oportunidade e quando parece que estamos quase a alcançá-lo, aparece alguém vindo de fora e...voltamos novamente à casa de partida!!!

terça-feira, 29 de julho de 2014

Bolo de Chocolate com Cobertura de Chocolate

Gosto de eternizar momentos...Gosto de datas memoráveis...Gosto de estar reunido à mesa...
Gosto de ter a família por perto...
Gosto de chocolate...
Gosto de cozinhar...
Gostei desta receita...
O dia 28 foi recordado assim...

segunda-feira, 28 de julho de 2014

17.º Domingo do Tempo Comum


"… ficou tão contente que foi vender tudo quanto possuía e comprou aquele campo.” Mt 13, 44


Ao contrário do que deveria ser suposto, não me parece que seja pela alegria e pelo júbilo que somos conhecidos como cristãos.
Veja-se, por exemplo, o Papa Francisco...
Tem mostrado e convidado a viver da fonte da alegria que é o encontro com Jesus, e a verdade é que já há “católicos” escandalizados, vendo nele um “perigo” para a Igreja, ou alguém a quem se deve dar “um desconto” para que a “fortaleza da verdadeira religião” não desmorone.

A muita gente, incluindo dentro da própria Igreja, falta a descoberta do tesouro e da pérola que as parábolas do Evangelho deste domingo descrevem. Se encontrar o Reino produz uma alegria que leva a despojar-se de tudo para o obter, como se entendem práticas religiosas sem fulgor nem atração? E não penso na alegria espalhafatosa ou alienada, dos que vivem na opulência dos prazeres e no esbanjamento egoísta, indiferentes aos homens e mulheres como eles, que lutam para sobreviver, para trabalhar, para comer. Desconfio da alegria armadilhada de programas televisivos vendidos à “fé” do “telefone que pode ganhar…!” (são assustadores os programas de Sábado e Domingo à tarde na televisão - até custa ver alguns apresentadores repetirem aqueles números à exaustão!!!), ou da vitória passageira de um jogo de futebol. E que dizer da alegria do culto da eterna juventude do corpo ou da moda, sempre à procura de “estar bem consigo mesmo”, a que custo! Porque a alegria que aspiro é a que não produz ressacas, nem se celebra com “bebedeiras” de nenhuma espécie.

Aderir a Ele implica uma decisão que produz alegria: libertarmo-nos de muitas coisas acessórias que impedem a descoberta jubilosa do amor de Deus. Talvez saber “perder” para “ganhar” em autenticidade e simplicidade. 

E porque a alegria também vive do bom humor aqui partilho uma oração de S. Tomás More, o conselheiro de Henrique VIII, decapitado na Torre de Londres:

“Senhor, dai-me uma boa digestão e também algo para digerir.
Dai-me a saúde do corpo e o bom humor necessário para mantê-la. 
Dai-me Senhor, uma alma simples que saiba aproveitar tudo o que é bom e que nunca se assuste diante do mal, mas, pelo contrário, encontre sempre a maneira de pôr cada coisa no seu lugar. 
Dai-me uma alma que não conheça o tédio, as murmurações, as mágoas e as lamentações; e não permitais que me preocupe excessivamente com a coisa complicada demais que se chama “eu”.
 Dai-me Senhor, o senso do bom humor. 
Concedei-me a graça de apreciar tudo o que é divertido para descobrir na vida um pouco de alegria e também para partilhá-la com os outros. Amém.”

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Uns de cada...por favor!!!

Podiam vir todos para à minha sapateira que não me importava nada...

Oh...saldos!!! A quanto obrigam...

O riso...


De cada vez que o meu filho ri iluminadamente, fico com a certeza de que o riso é a maior manifestação de inteligência de que somos capazes.

Sinceramente acho que um único sorriso dele redime todos os crimes da humanidade. Além disso, possui propriedades curativas. Eu uso-as, às gargalhadas dele, no regresso a casa, depois de um dia de trabalho...