sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Fúria

Num dia em que QUASE só se fala em disfarces de bruxas, de fantasmas, de esqueletos, de diabos, de morte, forquilhas, cornos e caveiras luminosas e também perucas de lobisomen e dentes de vampiro (espero não me ter esquecido de nada!!!).

Em que se ouve falar em festas com nomes sugestivos (!!!): “Filha das trevas”, “A morte branca”, “Emissário da morte”, “Fantasma do Inferno”.

E porque sei que há mais pessoas como eu que não ligam a nada de Halloweens venho propor este filme que gostei bastante...

Abril de 1945. Tudo aponta para a vitória dos aliados, que culminará no tão ansiado fim da Segunda Grande Guerra. Atrás das linhas do inimigo, em pleno território alemão, o sargento norte-americano Don "Wardaddy" Collier tem a seu cargo um pequeno grupo de homens valentes e um único tanque de guerra. O grande objetivo é matar o maior número de inimigos e sair vivo daquele inferno. E o único consolo é o espírito de camaradagem e a esperança do fim iminente. Um filme de guerra sobre o valor da amizade, escrito e realizado por David Ayer("Fim de Turno", "Sabotagem").

Mais do que um filme bélico, como a imagem pode transparecer, temos em «Fury» a confrontação humana no teatro da guerra, onde a ordem militar está acima de qualquer sentimento humanitário. No entanto, o sentimento humanitário persiste, mesmo nos momentos mais críticos e infernais.

PS...Halloween deriva da expressão inglesa “All Hallow’s Eve”, ou seja Véspera de Todos os Santos. Não é mais interessante celebrar a Vida e a esperança cristã diante da morte, do que celebrar o Dia das Bruxas?

O lado bom do dia das bruxas...

...é mesmo a criação de stock de abóbora para as minhas sopas... 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Há cabanas fantásticas #4

Conheci recentemente o projeto Figueirinha Ecoturismo e achei-o desde logo super espetacular...

A Figueirinha Ecoturismo não se limita a ser um local de estadia, de usufruto da natureza em parcela de terreno inserida na Reserva Ecológica Nacional e Rede Natura 2000. É, sobretudo, uma casa familiar onde o espírito de hospitalidade e de trato afável são fundamentais para o bem-estar de quem procura um regresso às origens, à simplicidade do dia-a-dia. Em área de 1,975 hectares, no local denominado Herdade da Figueirinha dos Condados, Freguesia de Relíquias, Concelho de Odemira, há espaço para retiros retemperadores, para convívios gastronómicos com base na cozinha mediterrânica e incursões turísticas nas mais belas e selvagens praias do planeta, na Costa Vicentina.

E nestes dias de outono soalheiros parece-me um excelente motivo para sair de casa e aproveitar para celebrar a vida...

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Saímos da crise?

Percebes claramente que vives num país em crise, e que dificilmente sairás dela (!!!), quando a organização em que trabalhas abre concurso para 10 vagas, para exercer funções duras e pesadas, a trabalhar ao sol, à chuva, ao vento e concorre o mundo... desde homens a mulheres, desde pessoas novas a pessoas com mais de meia idade, desde pessoas com licenciatura a pessoas com escolaridade inferior ao 9.º ano...

Acresce a isto que será para ganhar um pouco mais que o ordenado mínimo!!!!

Um doce clássico...

Ontem foi dia de celebrar o 5.º mês de vida do Simão...
Sabia que assim que entrasse em casa, já não poderia sair para ir fazer compras...aliás é todos os dias assim...há sempre qualquer coisa para fazer...e só dá para parar quando as três criaturinhas adormecem...
Mas para fazer algo diferente, olhei para a dispensa e constatei que tinha todos os ingredientes para fazer o clássico doce da gastronomia portuguesa...o arroz doce...
O arroz doce é pouco calórico mas muito saciante...e é difícil encontrar quem não goste!
Foi um bom pretexto para reunir os avós e as gémeas darem um beijinho especial ao irmãozinho...
A receita pode ser vista aqui...

terça-feira, 28 de outubro de 2014

CR7 é grande!!!

Três prémios, um hat-trick de prémios. Cristiano Ronaldo foi a estrela maior da Gala da Liga Espanhola, que distinguiu os melhores da temporada passada. “Já nem sei o que dizer, foi uma noite muito bonita”, deixou escapar no final, depois de três subidas ao palco para arrebatar o que de melhor a noite teve.
Melhor jogador do campeonato 2013/14, melhor avançado (31 golos em 30 jogos) e melhor golo, apontado de calcanhar no empate a 2-2 com o Valência. Foram estes os três prémios que recebeu e que fez questão de dividir com os seus companheiros e adeptos madridistas, numa noite que ficará para sempre na sua memória.
Entretanto, Cristiano Ronaldo é um dos 23 nomeados para a Bola de Ouro, troféu instituído pela FIFA e pela revista France Football em que também considero que é o principal candidato, mesmo que Messi tenha sido o melhor jogador do Mundial do Brasil.
Goste-se ou não do seu estilo, da sua forma de estar, daquilo que diz e da imagem que passa para o exterior, acho que todos os portugueses se devem orgulhar das suas conquistas... Porventura, através do CR7 Portugal é falado em todo o mundo... E isso não é um motivo nobre que nos deve orgulhar?
Portugal já foi um povo dominante...já fomos das nações mais temidas...já fomos enormes...e por estas ou aquelas razões deixamos escapar esse domínio... Hoje com estas crises e depências de outros temos qua andar a pedir ajudas para sobreviver...Por isso que haja um pouco de Cristiano Ronaldo em cada um de nós...que possamos sempre ser um pouquinho melhores...para que um dia, quem sabe, possamos ser novamente dominantes como é o CR7 na sua área profissional...
Parabéns CR7!!!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O maior mandamento

"Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Mt 22, 36
É verdade que o amor é uma aprendizagem. É a expressão mais bela da liberdade com que Deus nos criou. É ele que nos realiza plenamente e nos faz felizes. E se a capacidade de amar não está dependente do amor que recebemos (quantas histórias de sofrimento e drama geraram amores imensos!), é certo que crescer rodeados de amor devia ser o direito básico de todo o ser humano. 

São muitas as histórias de amor, mas esta que o Observador conta é deliciosa. Aliás acho que é cada vez mais rara nos tempos que correm... É bonito saber que o amor é mais forte que a morte, um amor que significa cuidar (não canta o Caetano Veloso: “Quando a gente gosta / É claro que a gente cuida…“?), um amor que é confiar, e que é deixar-se cativar (“Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas”, dizia a raposa ao principezinho de Saint-Exupéry), um amor que é não desistir. E acho que hoje se desiste por tudo e por nada... É muito mais simples mandar um pontapé em tudo e ir embora do que amar o outro e perceber as suas atitudes, a sua história...

O amor é o maior risco da nossa vida. Por isso contrasta tanto com algumas características religiosas que oferecem segurança, em que se acumulam méritos obtidos no “cumprimento dos mandamentos”, e instalam os “crentes” em condomínios fechados de pensamento e preconceito. Aí o amor até pode ser uma palavra conhecida e repetida mas é morta. Porque não se alegra com o maior bem do outro, e não saboreia o abraço feliz que Deus tem para cada um.

Sim, o risco de amar é a grande proposta que Jesus tem para nós. Que não significa perder o juízo, mas ser um bocadinho loucos (!!!) como canta a Ana Moura: “Vivemos sempre sem pedir licença/cantávamos cantigas proibidas/Vencemos os apelos da descrença/que não deixaram mágoas nem feridas/Clandestinos do Amor, sábios e loucos/vivemos de promessas ao luar/Das noites que souberam sempre a pouco / sem saber o que havia para jantar/Mas enquanto olhares para mim eu sou eterna/estou viva enquanto ouvir a tua voz/Contigo não há frio nem inverno/e a música que ouvimos vem de nós.” 

Amar a Deus de todo o coração e o próximo como a mim mesmo não é um desejo impossível nem um simples mandamento obrigatório: é saber que “um instante sem ti (Deus e os outros) é uma eternidade”!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Ser adorável

Por estes dias é talvez o objeto que mais odeio...sim, odeio mesmo!!! Não consigo suportar o comentário das pessoas que se cruzam com as minhas filhas que dizem: "Tão grandes e com chucha (as gémeas têm três anos)?"; "Os vossos paizinhos não vos dizem que a chucha é feia?"; "A chucha é para bebés...".

Poucas coisas me tiram do sério mas atualmente a chucha, quem diria, tira mesmo...

Já tentei de tudo para que as minhas filhas largassem este pequeno monstro doméstico, mas confesso que já me sinto completamente rendido...elas largarão o "ser adorável" quando entenderem... Não há volta a dar...

A última onda é roerem a tetina e mesmo assim não largam a coisa...a meio da noite acordam e choram porque perderam a chucha algures...é de bradar as céus!!!

Por favor "ser adorável" larga a minha vida, deixa as minhas filhas em paz...

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Por falar em fiscalidade verde...

Chegou a hora de repensar. A hora da mobilidade sustentável, com zero emissões. O BMW i3 com eDrive poderá revolucionar também o seu quotidiano... e tanto que eu queria que mudasse o meu!!!! 

La crêperie do Cabanas

O crepe é tipicamente francês, salgado na origem, é considerado versátil, leve e saudável e o seu sabor é definido pelo recheio. Pelo seu baixo teor de gordura pode ser considerado como uma refeição saudável: doces, salgados, quentes, grandes, em tamanho miniatura, dobrados, enrolados, abertos ou sobrepostos e com os mais variados recheios: picados, desfiados, pastosos  e até cremosos...

Comer apenas um crepe não dá...é que não dá mesmo...tenho que saborear logo dois, três, quatro...

É uma das razões porque gosto de fazer crepes em casa... Dá para comer vários e basta juntar o recheio que quisermos de forma muito simples... Neste caso utilizei recheios que tinha à mão: Nutella, doce de alperce, framboesa, morango, marmelada e mel...

Ainda assim, ando há imenso tempo para ir conhecer uma creperia que tem dado cartas nesta área... É a La Crêperie da Ribeira...
Claro que ali os preços são outros e já fica complicado comer mais do que um crepe, ainda assim estes são os verdadeiros crepes franceses. Ali servem-se tanto as variedades salgadas (galettes), como as doces. As primeiras são feitas com farinha biológica sem glúten e são mais escuras; as segundas são de farinha de trigo e de tons claros. Parece-me bem!

La Crêperie da Ribeira
Rua da Moeda, 1A Lisboa
TeL. 212 431 565
Seg a Sex 9h às 24h, Sáb 10h às 24h e Dom 10h às 20h